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IA vai dar diagnóstico? Entenda a nova resolução do CFM

A nova regulação sobre inteligência artificial na medicina ganhou destaque na imprensa e contou com a análise da nossa sócia Aline Coelho.

O portal Portal Viva publicou matéria especial sobre a Resolução nº 2.454/2026 do Conselho Federal de Medicina, que estabelece diretrizes para o uso de IA na prática médica em todo o país. A norma reforça a soberania do médico, exige transparência com o paciente, impõe critérios de governança e determina a observância rigorosa da Lei Geral de Proteção de Dados.

Na reportagem, Aline avalia que a medida representa um passo importante na organização do uso da tecnologia na saúde, sem perder de vista os limites éticos e regulatórios. Para ela, o principal mérito da norma é oferecer respaldo jurídico ao profissional.

“Uma coisa muito importante da normativa é que a inteligência artificial não substitui o médico. Ela não substitui o seu conhecimento e não substitui o seu relacionamento com o paciente.”

A matéria também aborda pontos centrais como classificação de risco dos sistemas de IA, criação de comissões internas nas instituições de saúde, aplicação dos conceitos de privacy by design e privacy by default, além do dever de informação clara ao paciente sobre o uso de seus dados.

O debate reforça que inovação tecnológica e segurança jurídica precisam caminhar juntas — especialmente em um setor tão sensível quanto o da saúde.

Acesse e leia a entrevista completa.